Tive a grata satisfação de participar nesta terça-feira (5), em Belo Horizonte (MG), da abertura do Encontro de Mulheres Petroleiras da FUP 2026 – um espaço essencial de diálogo, organização e fortalecimento coletivo das trabalhadoras do Sistema Petrobrás.
Com o tema “Mulheres Vivas – A luta pulsa em nós e nossa voz move a história”, o encontro reúne mulheres petroleiras de diversas regiões do país em torno de debates fundamentais sobre igualdade de gênero, direitos, democracia e soberania.

A abertura, realizada na Refinaria Gabriel Passos (Regap), contou com a participação do Coletivo de Mulheres da FUP, dirigentes sindicais e movimentos sociais parceiros. O ato reafirmou a importância da mobilização coletiva e da presença das mulheres nos espaços de decisão e construção política.
Durante minha fala, destaquei a atual conjuntura internacional, marcada por conflitos geopolíticos e por uma crise diretamente associada à questão energética. Esse contexto reforça a centralidade da energia nas disputas globais e evidencia seus impactos também no Brasil.
Nesse cenário, a Petrobrás exerce um papel estratégico. Responsável por cerca de 31% da energia primária do país, a empresa é fundamental para a garantia da soberania energética e nacional, além de ser um instrumento importante para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do país.
Também compartilhei reflexões sobre a nova composição do Conselho de Administração e os desafios que se colocam para nós, trabalhadoras e trabalhadores. Trata-se de um momento que exige unidade, compromisso e capacidade de atuação coletiva para avançarmos na reconstrução do Sistema Petrobrás, fortalecendo sua atuação verticalizada e integrada.
Estar neste encontro reforça a convicção de que a organização das mulheres petroleiras é fundamental para a construção de um setor de energia mais justo, diverso, democrático e comprometido com o futuro do Brasil.