Petrobrás anuncia investimentos que transformam o futuro do estado sergipano

Sergipe vive um momento histórico. Os investimentos anunciados pela Petrobrás na última sexta-feira (29) colocam o estado em uma promissora etapa de desenvolvimento, com geração de empregos, expansão da infraestrutura energética e novas oportunidades para a economia local.

Participei, em Laranjeiras (SE), do evento que reuniu trabalhadores, autoridades, representantes da indústria e lideranças sindicais. A presença do presidente Lula e da presidente da Petrobrás, Magda Chambriard, reforçou a importância desse momento para o estado sergipano e o Brasil.
O aporte de mais de R$ 70 bilhões demonstra a confiança da Petrobrás no potencial de Sergipe e em sua capacidade de impulsionar o crescimento regional. A retomada das operações da Fafen-SE é importantíssima para o estado, a região e o Brasil. Além de gerar empregos, a fábrica volta a contribuir para a produção nacional de fertilizantes, fortalecendo um setor estratégico para o país.

O projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP), que receberá mais de R$ 60 bilhões e contará com a construção das plataformas P-81 e P-87, é o grande destaque, consolidando o estado como um importante polo de produção de gás e petróleo do país. O projeto ampliará a oferta nacional de gás natural, movimentará a indústria e criará milhares de postos de trabalho diretos e indiretos. Esse polo de produção de gás e petróleo traz consigo uma imensa sinergia com a indústria regional, a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), as fábricas de fertilizantes nitrogenados (Fafen-BA e Fafen-SE), e o Polo Petroquímico de Camaçari, cujos benefícios são gigantescos para a Petrobrás, a região e o Brasil.

No total, as iniciativas anunciadas têm potencial para gerar cerca de 28 mil empregos diretos e indiretos. Mais do que números, representam renda, dinamização da economia e perspectivas concretas para milhares de famílias sergipanas.
O projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP 1 e 2) e as fábricas de fertilizantes foram colocados à venda pelo governo anterior, cujo objetivo era desverticalizar e desintegrar a Petrobrás para privatizá-la. E isso não pode ser esquecido. Reitero aqui que em 2023 o Conselho de Administração (CA) resgatou esses estratégicos projetos no Plano de Negócios, trazendo fertilizantes e petroquímica de volta e colocando o projeto SEAP no Capex em implantação, além de apontar para o aumento da oferta de gás e a autossuficiência em combustíveis. E esse resgate pelo Conselho de Administração demonstra a vital importância desse colegiado para imprimir a visão estratégica do estado na companhia.

A Petrobrás reafirma, assim, seu papel como indutora do desenvolvimento nacional. Quando investe, a companhia fortalece a indústria brasileira, movimenta a economia e contribui para construir um futuro de mais prosperidade para a população.

Por isso, sempre reafirmamos que “defender a Petrobrás é defender o Brasil”.