Hoje, 3 de outubro, a Petrobrás completa 73 anos. Uma trajetória que se confunde com a história do Brasil e inspirada no sonho de brasileiras e brasileiros de construir um país soberano.
Construída com coragem, determinação e compromisso com o país, a Petrobrás sintetiza a determinação, criatividade e capacidade do povo brasileiro de superar desafios.
E, desde sua criação, em 1953, contra tudo e contra todos, a companhia foi superando um a um todos os desafios que lhe foram impostos.

Reconhecida e premiada múltiplas vezes internacionalmente, a Petrobrás se consolidou como uma das maiores empresas petrolíferas do planeta, mirando ser uma das maiores empresas de energia.
A companhia garante mais de um terço da energia primária do Brasil e tem papel central na segurança e soberania energética brasileira, assim como na geração de emprego de qualidade, no desenvolvimento social, econômico e tecnológico do país.
Por tudo isso, celebrar seus 73 anos também é falar sobre o futuro. E esse futuro, da Petrobrás, do Brasil e de nós mesmos, está em jogo nas eleições deste domingo, 4 de outubro. O projeto que defendemos é o de uma Petrobrás pública, forte, verticalizada e integrada, que tenha como principal missão atender ao interesse público que justificou sua criação: abastecer o território nacional a preços justos.
Nessas eleições, o que está em jogo novamente são dois projetos antagônicos de país: o de um Brasil soberano, respeitado mundialmente, democrático, desenvolvido, social e ambientalmente justo; ou o de um Brasil colônia, submisso, espoliado, subdesenvolvido, pobre e ignorante, de volta ao mapa da fome. É escolher entre a civilização e a barbárie, simples assim.
Já vivemos os dois projetos, a oportunidade de escolher está posta.
Celebrar a Petrobrás é reconhecer tudo o que já construímos, é reconhecer que somos um povo forte, criativo e capaz e reafirmar a confiança naquilo que ainda podemos construir.
Porque a Petrobrás forte faz um Brasil mais forte.
#defender a Petrobrás é defender o Brasil